Crítica: Like Crazy, de Drake Doremus

INDIE, AMOROSO E CARISMÁTICO
Feito com pouco dinheiro e falas improvisadas, filme tem tudo para ser o drama romântico queridinho do próximo verão

Por Marco Vieira

Dirigido e co-escrito por um californiano desconhecido chamado , esse filme foi a sensação de Sundance, que abre o calendário de festivais de cinema de renome internacional. Custou apenas 250.000 dólares, e foi filmado em 20 dias, com falas improvisadas. Conta com a participação de , protagonista da comédia romântica Chalet Girl, a mais bem avaliada em tempos pela crítica. Por sua atuação em Like Crazy, essa atriz britânica recebeu um prêmio especial do júri do festival. Seu par no romance é , que se destacou no reboot de Star Trek. , indicada ao Oscar por , completa o elenco, já tendo trabalhado com Anton no ótimo X-Men — Primeira Classe e no interessante filme de Jodie Foster, Um Novo Despertar.

O trailer do longa é muito bem editado, contando com uma incrível versão de Ingrid Michaelson para o clássico “I Can’t Help Falling In Love With You”, de Elvis Presley. É um dos poucos casos onde o filme entrega tudo o que promete: um conflituoso e estilizado romance jovem com a temática da distância geográfica imposta. Tudo que não funcionava no insosso Amor a Distância (2010), com argumento similar, é bem executado nessa produção indie. A química entre os atores é ótima, eles estão naturais e carismáticos, o roteiro é enxuto mas ao mesmo tempo permite certa contemplação do mais puro cinema, com muitas cenas sem diálogos.

Anna (Jones) decide entregar uma carta em que declara seus sentimentos para seu colega de faculdade, Jacob (Yelchin), em forma de prosa e poesia. Depois disso, eles vão tomar um café e começam a se conhecer, de forma bastante natural. Ele estuda design e ela quer ser jornalista. A relação evolui, e ela o leva para conhecer os pais, e tudo corre bem. Resta uma preocupação: o visto da moça, que veio do Reino Unido para estudar em Los Angeles, vence no fim do curso universitário. Anna enfim sucumbe a tentação de violar o visto e passar o verão com seu namorado. Na volta de uma breve viagem pra Inglatera, sua irregularidade nos EUA é descoberta por oficiais e assim, ela é deportada. O casal tenta um relacionamento a distância, que fracassa por causa do ciúmes, entre outras questões. Eles então começam a sair com outras pessoas, mas não sentem a mesma coisa que sentiam quando estavam juntos. São muitas indas e vindas no enredo, e a história permanece imprevisível até o fim.

A recepção da crítica foi curiosa, indo da empatia ao ódio infundado. Reclamaram de roteiro ralo, de personagens irreais. Bobagem. Há uma clara opção do diretor mais por imagens embaladas por um piano do que por palavras, e o casal é cheio de falhas bem humanas. O cinema fazia tempo que carecia de uma história de amor sincera e cativante. A estreia no está prevista para o início de fevereiro de 2012.

LIKE CRAZY
Drake Doremus
[Like Crazy, EUA, 2011 / Paramount Vintage]

NOTA: 8,0

from Revista O Grito! http://www.revistaogrito.com/page/blog/2011/11/29/critica-like-crazy-de-drake-doremus/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+revistaogrito+%28Revista+O+Grito%21%29

AirFryer, por André Mifano

Recentemente, fui convidado pelo Marketing na Cozinha e pelo Destemperados para testar o novo Philips Walita AirFryer, o lançamento que frita sem óleo. Ficou curioso? Pois eu também. Vamos ao teste?

Confesso que não sabia muito o que esperar do Philips Walita AirFryer. Afinal, como não ficar receoso diante de um produto que promete fritar sem usar o ingrediente mais básico – e nocivo – de uma fritura, o óleo? Fiquei também em dúvida do que fazer, pois me falaram que ele frita e assa. Decidi então preparar uma receita que testasse essas duas funcionalidades. Como minha especialidade é a culinária italiana, escolhi um histórico prato que surgiu em Milão há quase mil anos atrás, mas também muito conhecido dos brasileiros: bife à milanesa com batatas assadas.

O preparo não poderia ter sido mais simples. A “cara” do produto já o convida a pular a parte de ler o manual, e foi o que fiz. Afinal, você só precisa ajustar o botão de timer e a temperatura e ele está pronto para começar. E já que não precisa nem ficar de olho nele, dá para convidar alguns amigos e deixá-lo sozinho na cozinha. Diferentemente de frituras convencionais, ele não solta fumaça e o único cheiro que sai é o do prato. Mas se você quiser, pode abrir a gaveta sem risco durante o processo para conferir se está indo tudo bem.

Para alimentos sem gordura alguma, a recomendação é usar apenas uma colher de óleo para dar gosto, mas como era um teste, preferi ser mais radical e não coloquei nada para ver no que ia dar. As batatas estavam crocantes e saborosas, e o filé saiu como se tivesse sido preparado em uma frigideira convencional. Um detalhe que me chamou atenção positivamente foi que por não ter óleo, o sabor original dos alimentos ficam mais ressaltados, além de mais secos.

Para quem está acostumado a usar a frigideira desde sempre, como eu, é realmente impressionante como o filé preparado no Philips Walita AirFryer tem o mesmo sabor e textura de um preparado em uma frigideira convencional, mas com muito menos de gordura. Imagino que deve ser ótimo para quem está de dieta ou até mesmo quem busca uma alimentação mais saudável no dia-a-dia sem perder em sabor, além de ser de fácil manutenção e limpeza. Dá até para comer sem tanta culpa alguns de nossos pratos favoritos.

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Focaccia integral com cebola caramelada: é falsa, mas é boa.

É falsa porque eu não estava com tempo e nem paciência pra sovar massa e esperar crescer. Então simplesmente adaptei uma receita de pão de liquidificador e né que deu pra enganar?

Acompanhem:

Para a cebola:

  • 5 cebolas médias cortadas ao meio e depois fatiadas em meia lua (não precisa ser muito fininho)
  • 1 colher de sopa de manteiga
  • 1 colher de sopa de óleo (usei de girassol)
  • 4 colheres de sopa de vinagre balsâmico
  • Gengibre ralado à gosto
  • Canela, sal e pimenta do reino à gosto

Comece aquecendo o óleo e a manteiga, junte as cebolas e mexa de vez em quando até que elas comecem a ficar transparentes. Fique de olho e continue mexendo, assim que elas começarem a ficar “moreninhas” mexa sem parar até que elas adquiram esse aspecto por igual. É hora de juntar o vinagre, o gengibre e demais temperos, misturar bem e deixar em fogo baixo por 5 minutos. Prove os temperos e reserve.

Enquanto a cebola fica no ponto, é hora de preparar a massa da nossa focaccia de araque: bata no liquidificador 1/2 xícara de semente de linhaça até triturá-la, junte 3 ovos, 1 xícara de leite, 1/2 xícara de óleo e bata bem. Em um bowl grande misture 2 xícaras de farinha de trigo integral, 1 colher de chá de sal e 3 colheres de chá de fermento para bolo. Junte a mistura do liquidificador à mistura de farinha (nessa hora tem que ter braço hein!). 
Aí não se preocupe: vai virar uma massaroca, você vai pensar que deu errado, que tá pesada demais, mas é assim mesmo. Unte e enfarinhe uma assadeira retangular média e transfira a massa. Enfarinhe as mãos e vá espalhando a massa até que ela seja distribuída por toda o espaço da assadeira. Com as pontas dos dedos faça “furinhos” de leve em toda a massa. Cubra com a cebola caramelada e leve ao forno pré-aquecido a 180° por aproximadamente 40 minutos.
Caso você queira preparar a “focaccia” sem a linhaça, substitua a quantidade por farinha de trigo. Eu coloquei também um pouco de tomilho seco na massa e curti, achei que deu um toque especial. Achei que se tivesse colocado azeite no lugar do óleo, teria ficado bem mais gostoso, mas sabe como é, fim de mês é aquela tristeza.
O interessante dessa massa é que o que ela tem de pesada antes do preparo, ela tem de leve quando fica pronta. Fica fofinha! E o contraste de sabores e texturas fica uma COISA. 


from Pitadinha http://www.pitadinha.com/2011/11/focaccia-integral-com-cebola-caramelada.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+Pitadinha+%28Pitadinha%29

Gloss de sobremesa

Se você já ouviu falar nessa onda de glosses que parecem sobremesa, deve imaginar que a Lime Crime é a marca que vai levar essa brincadeira ao pé da letra. Isso porque a nova coleção de glosses chamada Carousel Gloss dá olhar vontade de comer só de olhar. São cinco cores diferentes, e a julgar pela qualidade dos produtos que conhecemos, acho que encontramos o gloss perfeito para o verão. No site da Lime Crime eles dão a dica: para intensificar o efeito, passe o gloss por cima de uma camada de batom da mesma cor!
limecrimeBoca de sobremesa.
Foto: Reprodução.

from Julia Petit – Petiscos http://juliapetit.com.br/beleza/gloss-de-sobremesa/

Ao vivo

Há cerca de uns 15 dias, Alison Mosshart e Jamie Hince pediram na página do Facebook do The Kills para todos os fãs que fossem ao segundo show deles no L’Olympia, em Paris, filmassem a apresentação com seus celulares e câmeras: “Adoramos ver o material!”, eles postaram, avisando ainda para ninguém se preocupar com qualidade de som. Muita gente achou que o pedido era sarcasmo puro, mas nada disso. O The Kills pegou carona na ideia dos Beastie Boys (em “Awesome; I shot that!“) e as filmagens feitas aquela noite vão virar um DVD oficial da banda, que vai trazer na íntegra esse show deles no L’Olympia. O trailer do DVD, que deve sair perto do ano novo, vocês conferem abaixo:
http://reader.googleusercontent.com/reader/embediframe?src=http://www.youtube.com/v/OT-IIUwHFts?version%3D3%26hl%3Den_US&width=520&height=390
Na primeira fila.
Vídeo: Reprodução

from Julia Petit – Petiscos http://juliapetit.com.br/home/ao-vivo-11/

As sapatilhas personalizadas da @LuFuchs

Vi a foto no facebook da fofa da Livia e fiquei encantada … uma mais linda que a outra!
Funciona assim: Você escolhe o desenho da estampa na cor que mais gosta e a Lu cria uma sapatilha exclusiva do seu jeito. Cada uma acompanha 3 pares de fitinhas fofíssimas em tamanhos diferentes para você criar um visual novo toda vez que usar.

Quero uma com aviões e gatos pretos … da pra fazer? rs
Tem todas AQUI 🙂

from Objetos de Desejo http://objetosdedesejo.com/as-sapatilhas-personalizadas-da-lufuchs/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=as-sapatilhas-personalizadas-da-lufuchs

The Candy Room


Da próxima vez que for para Melbourne, na Austrália, anote esse lugar para visitar: a loja de doces The Candy Room. Baseada na ideia de que todos nós temos uma criança interior, o Red Design Group sugeriu o seguinte conceito: os 450 m² da loja são pintados de branco e a decoração é toda em preto, além de espaços como se fossem uma própria casinha de bonecas: cozinha, cestos de roupa e até um lugar para o seu gato de estimação!

Via.

from Follow the Colours http://www.followthecolours.com.br/2011/11/candy-room.html