E já que falei na moça, minha favorita da Caitlin Rose. Como…

E já que falei na moça, minha favorita da Caitlin Rose. Como sempre digo, não descarto a possibilidade de me mudar para Nashville.

from spectorama http://spectorama.tumblr.com/post/22093380862/e-ja-que-falei-na-moca-minha-favorita-da-caitlin

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fotos lindas: andré takeda

Quando a internet se resumia ao Cadê, ao mIRC e a uns 30 blogs, eu acompanhava sempre o André Takeda.

Gostava dos seus textos sobre música, adorava suas fotos e li numa tarde de sábado o “O Clube dos Corações Solitários”, que fazia tanto, mas tanto sentido!

O tempo passou, e a internet virou essa coisa impossível de acompanhar. Mas ainda bem que ela nos trouxe o Twitter, que nos dá em drops lembranças de gente que a gente curte antes mesmo de curtir se transformar no grande verbo da rede mundial de computadores.

Foi num desses drops que um dia o @andretakeda postou o link pro seu portfólio.

E eu pensei: o tempo passou, tanta coisa mudou, e as fotos dele continuam lindas.

Olhei mais um pouquinho e percebi: elas estão ainda melhores.

Acompanhem > http://andretakeda.500px.com/

 

 

from don't touch my moleskine http://donttouchmymoleskine.com/fotos-lindas-andre-takeda/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+donttouchmymoleskine%2FGshX+%28don%27t+touch+my+moleskine%29

Libertas quae sera tamen um mala


Funciona mais ou menos assim. Você tem algo a dizer, então cria um espaço para se expressar. Se o seu discurso for pertinente, em algum momento, alguém vai ler. Se tiver algum mérito no que você publicou, alguém vai voltar, trazendo mais alguém. E assim por diante.
Criar um blog não é um processo complicado. Tanto que houve uma época em que todo mundo tinha o seu – mais ou menos como na época do Tamagotchi. Eu mesma tive alguns. Blogs e Tamagotchis. Os Tamagotchis, eu matei todos. Uma coisa impressionante. Eu era a genocida dos bichinhos eletrônicos japoneses. Eu era a Nataliazilla. A coisa era tão séria que foi ali mesmo que eu percebi que não tinha talento nenhum para ser mãe.
Já os meus blogs sobreviveram por mais tempo. Tive três. O primeiro era meu xodó cor-de-rosa e se chamava “As Aventuras de Charlote”. Era uma fantasia em cima da vida real, que girava em torno da volta de alguém (sim, sempre envolve alguém), a quem eu chamava de Ulisses. Ainda volto com essa história. Especialmente agora que misturar fantasia e realidade tá super in. Costumo ser a precursora anônima de projetos bem sucedidos dos outros, mas deixo isso para outro post.
Meu segundo blog já não era mais cor-de-rosa. Eram textos obscuros e nada divertidos. Nunca divulguei e, felizmente, não ficou conhecido. Nem lembro o que fiz com ele. Acho que fechei. Ou ficou para o mundo, além do meu controle.
Então veio o Adorável Psicose. Comecei do mesmo jeito que comecei os outros e do mesmo modo que todo mundo começa o seu blog. As ferramentas estão disponíveis para todos, a internet é pura democracia. O que fazer com essa voz, aí sim não é para todos.
O problema dessa liberdade cibernética é que ela funciona como um microfone ao fim da palestra. De posse desse microfone, o público não apenas se vê no direito de acrescentar algo pertinente. Ele se sente no dever de falar absolutamente qualquer coisa. Qualquer coisa mesmo. E não tem exemplo melhor do que o campo dos comentários. Não me levem a mal, sempre me orgulhei de dizer que os leitores desse blog costumam trazer boas contribuições. Aliás, eu conheço por nome alguns de vocês, que me visitam desde os primórdios de Adorável Psicose.
Mas com a chegada da série de TV, a coisa desandou. Alguns comentários que venho recebendo por aqui são a prova de que a liberdade de expressão jamais deveria ser dada aos que não têm nada para expressar. Porque na evidente falta de algo consistente para dizer, a opção mais fácil é atacar. O que, para mim, não faz sentido nenhum, porque ninguém é obrigado a ler esse blog. Aliás, para chegar até aqui, a pessoa precisa realizar o mínimo – porém relevante – esforço de digitar um endereço na barra do navegador. E dar enter.
E aí chegamos ao ponto crucial dessa questão. Algumas pessoas são capazes de usar as ferramentas da democracia virtual e, de fato, construir alguma coisa. Outras, no auge do desespero por um pouquinho de voz, grudam como carrapatos nas costas dos que realmente criam, chupam seu sangue e depois reclamam que estava muito ralo, muito amargo, muito doce.
A eles, eu lembro: liberdade de expressão é um privilégio, não uma desculpa para fazer do mundo sua lixeira particular. Quando sentir aquela vontade tecer um comentário, lembre-se de dar uma passadinha no banheiro antes. De repente, você já se resolve por lá.

from Adorável Psicose http://www.adoravelpsicose.com.br/2012/04/libertas-quae-sera-tamen-um-mala.html

Spring Roundup: Micro Gardens

{Matchcarden Gardens by Another Studio for Design}

Spring is in the air, and we’re looking forward to a crisp, sunny weekend here in the Bay Area. On weekends like these, we want to get outside and enjoy the fresh green leaves showing up everywhere. It also gets us thinking about planting some of our own.

Being urban or apartment-bound limits opportunities to dig into the dirt and grow something wonderful, but that doesn’t mean there aren’t still possibilities. In fact, one of my favorite spaces ever featured in Anthology was the beautiful courtyard where dinner was served in the article “A Postcard from Paris” (Issue No. 5). All of the container gardens, window boxes, and planters make the courtyard feel so lush.

If you want to infuse some green into your apartment (or maybe even on your bike!), there are quite a few micro-sized garden options. We’ve pulled together five that are particularly inspiring. We hope you have a chance to get outside and get your hands dirty this weekend. See you back here on Monday!

{Mason Jar Wall Planter by Not JUST a Housewife}

{Vertical Terrarium Mini Garden by Ruffled}

{Red Bike Planter by WearablePlanter}

{Pallet Garden by Life on the Balcony}

from Anthology Magazine http://anthologymag.com/blog3/2012/04/06/spring-roundup-micro-gardens/

Bocas sobre telas

Tem gente que gosta de olhos, gente que gosta de bundas, gente que gosta de pernas… e tem gente que gosta de bocas. É o meu caso, por exemplo. O coreano Kim Sung Jin faz pinturas à óleo que retratam bocas sobre telas de tamanhos diferentes (horizontais, finas, quadradas), desde que o ponto principal ali seja a boca mesmo.

O mais interessante no trabalho, porém, são os títulos das pinturas, que conferem uma personalidade por trás dos lábios em questão. Obras como So Sorry (2007), exibem uma boca mais fina e molhada de lágrimas; Shyness (2012) mostra uma boca escondida por cabelos negros; The Lip (2010) destaca as ranhuras e umidez dos lábios mais carnudos e – a mais recente delas – Hide (2012), inverte a possibilidade do beijo mostrando bocas sufocadas por sacos plásticos. Beijos, obviamente, também estão por lá. ❤

* Dica do Marcelo Selingardi
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from IdeaFixa | ilustração, design, fotografia, artes visuais, inspiração, expressão http://www.ideafixa.com/bocas-sobre-telas?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=bocas-sobre-telas