A ciência da compaixão

Maria Popova, curadora do site Brain Pickings, esteve na conferência da PopTech deste ano e contou que uma das melhores palestras a que assistiu foi a do psicólogo David DeSteno, diretor do Northeastern University’s Social Emotions Lab.

DeSteno falou sobre compaixão e resiliência – temas que sempre me interessam muito.

A compaixão que sentimos não é determinada pelos fatos objetivos. É determinada por quem está olhando. Não é a gravidade dos fatos de um desastre que nos motiva a sentir compaixão e ajudar – é se nós nos vemos ou não entre as vítimas.

Vale clicar no play e perder 18 minutos do seu dia repensando sobre essas questões:

David DeSteno também é coautor do livro “Out of Character: The Psycolhology of Good and Evil”. Saiba mais aqui.

from Update or Die http://da.feedsportal.com/c/34504/f/629198/s/24f47cc7/l/0L0Supdateordie0N0C20A120C10A0C270Ca0Eciencia0Eda0Ecompaixao0C/ia1.htm

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Pedagogia musical para homem frouxo

Relendo as cartas recebidas na última semana, nosso dever moral da segunda-feira, este cronista chinfrim e sua inseparável cigana Miss Corações Solitários aferimos o quanto voltou a ser predominante, em especial, um tema: o bípede masculino que evapora.

Não estamos falando do homem-de-Ossanha, o cara vacilante, como o da música de Vinícius & Baden Powell, que diz “vou” e não vai. Nem tampouco tratamos de outro grande personagem da música brasileira, o homem acomodado da canção do Dorival Caymmi.

Basta uma chuvinha de nada que o sujeito manda o recado para a moça:
“Diga a Maricotinha
Que eu mandei dizer
Que eu não tô
Não tô!
Não vou!
Não tô!
Não vou!”

Pense num bicho sem vontade de ir! Um homem com medo de derreter em qualquer garoa, praticamente um macho-sonrisal. Está cheio deles por ai, como atestam as cartas recebidas por este blog.

Mas esse tipo de homem, pela situação descrita por nossas fiéis leitoras, ainda é uma dádiva. Pelo menos manda dizer que não vai.

O mais grave e motivo da maioria das queixas é o que simplesmente evapora, se desmancha no ar ou escorre pelo ralo dos amores líquidos. Não é que desapareça depois de uma transa ou de uma noite ficante. Estamos falando do chá-de-sumiço depois de vários encontros.

O medo do macho diante do pênalti afetivo, como se a moça já pensasse em casamento. Não é o caso.

O cara simplesmente some. Um desertor até mesmo das redes sociais.
“Tempos de homens frouxos”, repete aqui minha cigana. “Hoje nada fica, nem o amor daquela rima antiga”.

Não custa nada, porém, um naco sensatez. Que tal dizer que não quer mais encontrar, transar, passear etc?

E para ficar na pedagogia das boas canções, Miss Corações canta a saideira para tentar reduzir a covardia masculina:

“Vai meu coração ouve a razão/ Usa só sinceridade”.

from Xico Sá http://xicosa.blogfolha.uol.com.br/2012/10/22/licao-de-mpb-para-homem-frouxo/

Série “pessoas”

Aqui segue o link dos textos que falam sobre diversos tipos de pessoas

Pessoas chatas

Pessoas que guardam tudo (acumuladores)

Pessoas e suas roupas

Pessoas “do contra”

Pessoas que se boicotam

Pessoas sugestionáveis

Pessoas largadas

Pessoas culpadas

Pessoas preconceituosas

Pessoas curiosas

Pessoas compradoras compulsivas

Pessoas “tanto faz”

Pessoas “cegas”

Pessoas 80 ou 80

Pessoas e suas casas

Pessoas mentirosas

Pessoas coitadinhas

from Sobre a Vida http://www.sobreavida.com.br/2012/10/18/pessoas/